Obras
Minha pesquisa se organiza em conjuntos de obras que investigam matéria, percepção e os estados de equilíbrio que sustentam a experiência.
Águas, 2025-presente
Em Águas, Lia Naya investiga a resina como corpo fluido — frágil, transparente e instável. As obras surgem a partir de processos de moldagem e fragmentação, nos quais a água não aparece como imagem, mas como estrutura, tensão e experiência sensível.
Mosaico de Água (Díptico), 2025

Obra composta por duas telas que operam como um díptico, articulando camadas de resina, pedras modeladas e placas de acrílico. A sobreposição de materiais cria profundidade e reflexos que deslocam a percepção do plano, sugerindo a água como campo instável entre superfície e volume.
Pedras em resina sobre vidro e placas de acrílico
2025
70 × 70 cm cada (com moldura)
40 × 40 cm cada (obra)
Água Quebrada I, 2025

Primeira variação de Água Quebrada, onde a resina passa a evidenciar rupturas e descontinuidades. A água deixa de fluir de maneira contínua e passa a se apresentar como matéria interrompida, tensionando forma e suporte.
Resina com moldagem própria
2025
30 × 45 cm
Água Quebrada II, 2025

Nesta peça, a fragmentação se intensifica. A superfície revela vestígios do processo de moldagem, expondo falhas, marcas e vazios como parte constitutiva da obra.
Resina com moldagem própria
2025
30 × 45 cm
Água Quebrada III, 2025

A terceira obra da série marca um ponto de transição no processo. A matéria já não busca estabilidade formal, mas aponta para a necessidade de expansão da escala e do próprio método de trabalho.
Resina com moldagem própria
2025
30 × 45 cm
Em desenvolvimento

As investigações mais recentes expandem essa pesquisa para formatos maiores e para questões em torno da estrutura, do equilíbrio e da sustentação invisível da experiência humana, apontando para um novo conjunto de obras em desenvolvimento.